Sindilegis acionou os órgãos competentes para investigar atos delituosos


Nesta quinta-feira (10), advogados do Sindilegis protocolaram notícia-crime junto ao Ministério Público e a Polícia Civil do Distrito Federal, a fim de que sejam apurados os fortes indícios de crimes na tentativa de criação e registro do SINDICÂMARA. Entre eles, falsidade ideológica, falsidade documental e inserção de dados falsos no banco de dados da Administração Pública.

Conforme registrado na ata notarial expedida pelo tabelião, possuidor de fé pública, que compareceu ao local onde ocorreu a tentativa de realização da assembleia, não houve declaração de abertura da assembleia, não foi realizada a leitura do edital de convocação, não houve eleição para composição da mesa que presidiria a assembleia e nem qualquer outra deliberação. Está claro, portanto, que não foram cumpridos os requisitos básicos para a realização de uma assembleia.

Merece destaque o fato de que este grupo é liderado por servidores que não puderam concorrer nas últimas eleições do Sindilegis por não atenderem aos requisitos estatutários. Como forma de retaliação, tentam agora dividir o sindicato e retirar a todo custo da categoria as forças política e patrimonial conquistadas nos últimos 28 anos. 

O Sindilegis informa ainda que todos os servidores que assinaram a suposta lista de presença utilizada para registro deverão ser intimados para depor e esclarecer se foram induzidos a erro ou se participaram dos supostos crimes e poderão responder criminalmente pelos delitos citados acima. 

Trecho da Ata Notarial que atesta que não houve assembleia no dia 12 de junho.


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